Dia da Cultura Científica

Para assinalar esta data tão importante, a equipa da BE, em colaboração com os grupos de Português, Ciências Naturais e Matemática, desenvolveu a atividade “A Ciência do Caldo de Pedra”.
No espaço do “Pano Preto”, as turmas B, D, E do 8º ano e a turma E do 9º ano assistiram à representação do Conto Tradicional “O Caldo de Pedra”.

Os nossos atores tiveram uma excelente prestação.
Os aplausos foram muitos…


De seguida, alguns alunos do 8º B encenaram um momento de uma aula de Português, tendo sido abordado o texto instrucional, nomeadamente a receita do caldo de pedra.
A este propósito, um docente de Matemática lançou um desafio aos alunos: quantas sopas se poderão confecionar com os ingredientes utilizados no caldo de Pedra?
O cálculo Matemático foi efetuado já em sala de aula.
Por fim, docentes de Ciências Naturais desenvolveram uma atividade prática, analisando-se a presença de lípidos, de amido (um glícido) e de proteínas (prótidos) em alimentos usados para confecionar o “caldo de pedra”.
Para a deteção de lípidos colocaram-se duas gotas, uma de azeite e outra de água num guardanapo, verificando-se que a mancha do azeite perdurava após o guardanapo ter secado e a da água desaparecia, o que prova que o azeite contém lípidos.


Para observar ou não a presença de amido na batata, no pão e no feijão usou-se como reagente o soluto de Lugol. Este, inicialmente, tem cor acastanhada e na presença de amido adquire uma cor azul escura/preta. Verificou-se que o soluto de Lugol colocado sobre a batata e o pão mudou rapidamente de acastanhado para preto, no feijão houve uma ligeira alteração, o que demonstrou a grande riqueza em amido dos dois primeiros alimentos e que o feijão, também, contém este nutriente mas em menor quantidade.

Relativamente à pesquisa de proteínas (prótidos complexos) usou-se um caldo de carne e solução de biureto A e B. Este reagente apresenta, inicialmente, cor azul e na presença de proteínas torna-se roxo, o que se verificou quando adicionado ao caldo de carne. Adicionou-se o mesmo reagente à água e, tal como esperado, não se verificou alteração da cor, o que significa que não havia proteínas.
O balanço desta atividade foi muito positivo. Ficou, mais uma vez provado, que a articulação curricular e o trabalho colaborativo enriquece o processo de ensino e de aprendizagem.
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