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Mostrando postagens de maio, 2024

Exposição Cinco Décadas de Democracia, o que mudou ?

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A Pordata e a Rede de Bibliotecas Escolares retratam os 50 anos de Democracia  nesta exposição de infografias, que mostram o que mudou no país entre a década de 1970 e a atualidade, em áreas como a educação, transportes, envelhecimento, trabalho ou eleições. Esta exposição pode ser visitada na nossa Biblioteca até ao dia 1 de junho.

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Parabéns, Bruna e João, pela vossa excelente participação nas XI Olimpíadas da Língua Portuguesa! Estamos muito orgulhosos!!

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A Bruna e o João já estão em Aveiro, prontos para a grande final. BOA SORTE!

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No âmbito da comemoração do “Dia da Europa”, o Grupo Disciplinar de Geografia, em colaboração com a Biblioteca Escolar, promoveu uma exposição de Rosas dos Ventos, executadas por alunos de sétimo ano. A criatividade dos trabalhos é bem notória. Parabéns a todos! No período da tarde, os alunos das turmas de sétimo ano  participaram entusiasticamente no Campeonato Geográfico. A final, muito renhida, fez “subir” ao Pódium os seguintes alunos: João Pedro, do 7º A, Alexandre Marques, do 7º D e Miguel Madaleno, do 7º C. Parabéns a todos os participantes  que provaram, através da realização de Kahoots, conhecer muito bem a Europa. A data da entrega dos certificados e dos prémios será anunciada oportunamente.

Dia Mundial da Língua Portuguesa

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O  dia 5 de maio  foi instituído pela  UNESCO  como o  Dia Mundial da Língua Portuguesa , o que mostra o reconhecimento internacional da relevância da nossa língua numa escala mundial. Dada a sua importância, é de todo o interesse continuar a estudá-la, divulgá-la e valorizá-la com todo o dinamismo, diversidade e variação que encerra.  Esta efeméride pode e deve inspirar-nos a promover o diálogo intercultural, a fortalecer os laços entre os falantes do Português e a preservar e enriquecer essa herança linguística tão preciosa para as gerações futuras. Como forma de homenagear a nossa Língua, deixamos, aqui, um belíssimo soneto do poeta Olavo Bilac. A LÍNGUA PORTUGUESA   Última flor do Lácio, inculta e bela, És, a um tempo, esplendor e sepultura: Ouro nativo, que na ganga impura A bruta mina entre os cascalhos vela… Amo-te assim, desconhecida e obscura Tuba de alto clangor, lira singela, Que tens o trom e o silvo da procela E o arrolo da saudade e da ternura! Amo o teu viço agreste e o ...